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3月20日 Sentimento insensívelSentimento insensível
Nado na imensidão do nada Vivo colorida numa vida daltónica Sou vencedora de uma causa falhada Sei que acordo cansada De voar na terra decadente Sou irracional, em minha mente Não sinto o que um humano sente Serei uma pessoa demente? Largo o meu lenço caído Não sinto o meu sexto sentido Terá ele morrido? Escrevo sem caneta Numa folha inexistente Minto á verdade inocente Meto a mão no bolso roto Para apanhar o sol escuro Mas minha mão não passa No pequeno grande furo A minha lágrima cristalizada Não cai apressada Voa aprisionada Numa alegre tristeza Que é uma certa incerteza A minha brilhante e sombria alma Olha cegamente para o vento E caminha a correr Para mudamente dizer Que o tempo avança para trás E que o impossível é capaz De nunca acontecer Vejo de olhos fechados O nascimento de uma rosa Que na sua horrível beleza Acorda morrendo e fala Que o tempo iria mudá-la Quando voltasse a acordar Só hoje percebi Que nunca havia percebido O seu verdadeiro sentido. Hoje que sei que já morri Por dentro, não por fora E que a agridoce tristeza Em mim já não mora Ela fugazmente me abandonou Quando a minha alma seca chorou E lhe pediu que não fosse embora.
P.S: nem eu percebo o que escrevi, mas como se diz, nao e para perceber, sim para sentir! 2月2日 NamelessNameless
Do you know what its like
To wake up every day Open your mouth And have nothing to say This sudden void fills my eyes I shiver as my soul dies I do not control my life If only I could end this With a stab of a knife I feel like running Until I cant feel my feet I feel like I’m burning in tears Not sour, yet not sweet I can’t control my fears I scream so loud But no one hears I don’t want to follow the road I don’t know where it leads Even if I don’t deserve happiness I too have my needs… Maybe I am shy But even if I try I can’t live with hope I just can’t find that rope That will lift me back up Do you know what its like To walk for a thousand miles And stay in the same place? To reveal your soul But keep hiding your face? I do, it’s like a pink pill At first takes you to the sky But then you fall, and get ill… Although you have fell You had a glimpse of heaven And you have so much to tell Because no matter for how long But the time you had Made you strong And now you see a tree It was all you needed to see, To find hope in your life And not surrender to the knife. Becas
1月26日 GostoGosto
Gosto do teu sorriso Quando ninguém esta a olhar E faço o que for preciso Para nunca te ver chorar Gosto do teu cabelo Preto, ruivo ou louro Gosto dos teus brincos De ferro, prata ou ouro. Gosto das tuas calças Largas, de ganga ou de linho Gosto das tuas camisas De lã, de gola ou de alças. Gosto dos teus sapatos Botas, ténis ou chinelos Gosto dos teus olhos Verdes, azuis ou amarelos Gosto das tuas mãos Limpas, sujas ou á baldas Gosto dos teus anéis De plástico, ou esmeraldas Gosto das tuas unhas Pequenas, ruídas ou pintadas Gosto das tuas orelhas Com ou sem brincos Inteiras ou picotadas Gosto do teu pescoço Com cachecóis ou colares Gosto da tu voz Mesmo sem falares Gosto dos teus braços Á mostra ou tapados Riscados ou tatuados Gosto do teu andar Rápido ou depressa Não gosto de ti É mais que gostar Amo-te por quem és E mesmo que mudes De visual ou de andar Eu vejo-te há distancia És a minha Babuskita Que grande ou pequenita Nunca vou deixar de amar.
Becas 1月1日 The Real Me
Greetings!
Este space, ao contrário do meu outro, vai ser apenas e somente sobre a minha vida, as minhas desilusões, e sobretudo sobre mim. Provavelmente metade dos textos que vou postar vão ser em Inglês, e quanto àqueles «não ingleses», se não gostam, vão para outro blog ou simplesmente não leiam! Porque eu adoro escrever em inglês, e não vou deixar de fazer uma coisa que adoro por quem quer que seja. Já devem ter se apercebido que não sou das pessoas mais «amorosas» que existem, mas também não sou assim tão biatch! Ate sou bem divertida! Mas só com quem merece obviamente… Antes de tudo quero dizer uma coisa, eu sou quem sou, e por favor se querem realmente me conhecer, aceitem-me como eu sou e nunca, mas nunca mesmo me tentem mudar. Uma pequena e resumida descrição sobre mim: Alta, bonita, adora ir ao cinema, sair, fazer amigos novos, e também tentar manter os velhos), sou uma miúda que adora cheetos (rolitos de preferência), não fuma, não bebe (só em ocasiões muitos especiais) ama a família (apesar de não o demonstrar muito bem), vive na Internet, e que recentemente descobriu que adora andar de comboio. Passo a explicar, realmente e esquisito e ate pode parecer estúpido, visto que muitas pessoas vêem os comboios apenas como um meio de transporte, mas eu, eu não. Até hoje confesso que só andei duas vezes de comboio, ambas foram em Lisboa, no regional. Podem até rir-se de mim, mas felizmente já não me afecta a opinião de terceiros. E se querem saber a razão de eu gostar tanto de andar de comboio eu digo, se não querem eu digo na mesma, o space e meu! Por isso, ready or not, here it comes: Eu vou tentar explicar lucidamente as razoes pois elas em si são ligeiramente bizarras. Eu gosto de olhar pela janela e olhar para o mundo com outros olhos, apesar de muito rápido, gosto de olhar sabendo que não me olham de volta, e que estou segura. (apesar dos variados acidentes acontecidos em comboios) Não sei bem porquê, mas numa só viagem de comboio, não sei contar os inúmeros olhares que se cruzaram com os meus. Alguns de desprezo, outros de amizade, uns de simpatia, outros de indiferença, e até alguns de superioridade. Mas na verdade, nenhum deles me afectou, retribui a cada pessoa com o respectivo olhar merecido. E sabem porquê? Porque eu sei que nenhum deles era melhor nem pior que eu, na verdade todos são iguais, mesmo que com feições diferentes, aparências físicas diferentes, e até crenças diferentes, todos possuem um coração. Mesmo que uns mais gelados e escondidos que os outros, não deixam de ser corações. E também…quem sou eu para julgar alguém? Eu não faço ideia do que essas pessoas possam ter sofrido, ou sorrido. Por isso eu acho que não se deve julgar as pessoas, se as conhecer, como diz o famoso ditado, «O Hábito Não Faz O Monge», mas sim personalidade. Ninguém, mas ninguém mesmo é melhor ou pior que alguém! Eu em alturas sinto-me mais pequena que um caroço de azeitona, e mesmo que os outros reparem no meu estado emocional, ma lixar para isso! Porque apesar de me sentir assim, bem no fundo (mesmo no fundo) eu sei quem não sou, e que ate sou bem grande (1.79). Mas vá…já que este post está a ficar um pouco maior do que eu esperava vou deixar as coisas por aqui. Nem eu sabia que tinha tanto a dizer. Mas afinal tenho, e acho que no fundo todos temos uma extrema necessidade de falar, e expelir os nossos mais ocultos sentimentos, desejos, e emoções. Acho eu que foi por isso que criei mais um space (o meu terceiro). E antes de finalizar queria fazer um derradeiro pedido, se forem comentar, POR FAVOR, comentem apenas e somente sobre o que eu escrevi e não só para deixar beijos no coração, ou só para dizer «um oi» e não deixem aqueles bonecos esquisitos e apaneleirados cheios de estrelinhas e corações (que não faço a mínima de com os fazem mas que também não estou interessada!) eu preciso, preciso mesmo que os comentários sejam sobre o que escrevo e não para gozar coma minha inteligência (por mais pequena que seja, o que não é). Mas mesmo que sejam só estrelinhas e corações e todas essas coisas paneletas já diz algo, algo pouco, mas que é muito para mim. Agradeço o facto de terem lido (ou não) o meu post, desculpem se fui um pouco rude em algumas expressões, mas, que querem pah! Eu sou assim! Quem não gosta não come e mais nada! Não obriguei ninguém a vir aqui e muito menos a desperdiçar tempo neste estúpido, mas muito elaborado post. Mas mesmo assim obrigado, muito obrigado por terem vindo.
Beijos
Becas
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